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22.04.2021

5 dicas para vender no Dia das Mães 2021

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O Dia das Mães está chegando (9 de maio) e, apesar das restrições à circulação de pessoas e às atividades econômicas em muitas regiões do Brasil, existem inúmeras oportunidades para o varejo aproveitar a data e fazer bons negócios.

Neste último ano, o perfil do consumidor mudou. As pessoas estão mais conectadas e adaptadas à compra online, sobretudo por redes sociais como Instagram e WhatsApp – este último virou o ponto focal do relacionamento com o cliente. Também estão comparando mais os preços e gastando menos, seja porque o orçamento ficou menor, seja porque estão comprometidos em reduzir seu impacto ambiental.

Seja qual for o público-alvo, o seu negócio deve estar preparado tanto para mais uma edição digital do Dia das Mães 2021, quanto para ter lojas abertas, sem falar no cumprimento das novas práticas de segurança e higienização nos pontos de venda. A pergunta que precisa ser feita é: sua loja está preparada para atender bem os consumidores?

Pensando nisso, a equipe selecionou dicas para o seu negócio lucrar com o Dia das Mães 2021. Confira:

1) Ações de marketing

 

– Conteúdo nas redes sociais
Abasteça as redes sociais da empresa com campanhas de Dia das Mães. Trace uma estratégia antecipada para mesclar postagens editoriais e promocionais no Instagram e no Facebook, em feed e Stories. Esses canais oferecem oportunidades incríveis de interação com a audiência.

Vale também fazer lives, enquetes nos Stories, batalha de presentes, divulgar promoções no e-commerce e incentivar a interação com os clientes para fazer reposts. Convide seus seguidores nas redes sociais para compartilhar memórias nos Stories do Instagram, marcando o @ da loja e dentro de uma hashtag especial, para aumentar o reconhecimento da marca e o engajamento.

Quando os usuários geram conteúdos, sua marca ganha confiança e notoriedade. Sem contar que é também uma ação econômica para a empresa – de tempo e recursos –, pois o público assume o protagonismo na produção dos posts.

– Presentes por faixas de preço
Como o forte da data é a compra de presentes, no site, você pode fazer seleções de produtos por faixa de preço – produtos até R$ 50, até R$ 99, de R$ 100 a R$ 199 e a partir de R$ 200. Insira banners no e-commerce e trabalhe o e-mail marketing, direcionando o público para categorias especiais. Esse tipo de campanha auxilia o cliente a escolher o presente que está dentro das suas possibilidades financeiras, facilita a busca no site e incentiva a conversão.

– Brindes para compras acima de um valor
Essa estratégia é válida para aumentar o tíquete médio. Funciona assim: em pedidos acima de um determinado valor, o cliente ganha um presente especial. Como se trata de uma ação específica para o Dia das Mães, o brinde deve condizer com a data, fazendo com que as pessoas tenham vontade de colocar mais itens no carrinho para ganhar o produto.

– Guia de presentes
O guia de presentes simplifica o processo de escolha dos indecisos, o que acaba incentivando a conversão. Indique presentes por faixas de preço, perfil de mãe e categorias de produtos. Esse tipo de conteúdo oferece conveniência e valor aos consumidores.

– Cupom de desconto especial
Ofereça um cupom de desconto para tornar as ofertas mais acessíveis e utilize este bônus para destacar os produtos que você gostaria que os consumidores comprassem. Dentro dessa estratégia, você pode enviar um cupom de desconto para uma categoria do site, para produtos de uma marca ou para uma lista de artigos no e-commerce.

Se a ideia é estimular a compra por algum canal, como o aplicativo da loja, dê um incentivo exclusivo para pedidos feitos no app. Existem várias formas de divulgar o cupom: por e-mail marketing – com um título atrativo que estimule a abertura –, por push notification ou por e-mails de automação (válidos para casos de abandono de carrinho).

2) Mudanças de comportamento do consumidor


Uma mudança de comportamento importante do consumidor por causa da Covid-19 é a racionalização do consumo. Esse movimento começou com a alta do desemprego e continuará com a redução do valor do auxílio, que voltou a ser pago. De acordo com o Google, essa racionalização do consumo traz à tona três tipos de consumidores:

  • Subsistência: é aquele que compra o básico para sobreviver. Seu foco está em preço baixo e em ofertas de produtos essenciais. Embora não gere grande margem, atrair esse público gira o estoque e traz fluxo de caixa;
  • Reflexão: trata-se do consumidor que aposta em funcionalidade e preza o consumo consciente. Ele valoriza sustentabilidade e produção em pequena escala. É um perfil de consumidor que não ganhava destaque, mas que rapidamente buscou fornecedores locais e varejistas de bairro. Com esse público, estabelecer um relacionamento com base em ética e valores é essencial;

Celebração: é aquele que compra como expressão de prazer e premiação pessoal, com a possibilidade de pender para o excesso. Em datas comemorativas do varejo como o Carnaval, a Páscoa, a Black Friday e o Natal, é aquele consumidor que deixa um pouco de lado a preocupação com pandemia, máscara, isolamento social e saúde e se permite abusar um pouco. Compra produtos que deseja e tende ao upselling.

3) Opções de venda digital


Agora, a abordagem deve ser omnichannel: captar clientes digitalmente para levar para as lojas físicas, bem como usar o ponto de venda como um hub de distribuição e entregas na vizinhança.

A sua loja virtual não precisa ser o único canal de vendas online. Para ampliar o alcance do seu negócio, invista em aplicativos e marketplaces e redes sociais e apps de mensagens, como o WhatsApp. Nessas plataformas, o link de pagamento ou o QR Code ou o PIX são essenciais para dar segurança e agilizar o processo de compra.

4) Mobile First


A loja virtual deve ser responsiva para dispositivos móveis, ou seja, permitir uma experiência agradável de navegação e compra a partir de celulares. A finalização da compra deve ser transparente e fluída, com passos reduzidos, e métodos de pagamento que facilitam a compra em ambientes mobile. Isso porque as vendas pelo celular já superaram o comércio via desktop (computador de mesa), segundo a 41ª edição do relatório Webshoppers, da Ebit|Nielsen. Já o Panorama Mobile Time e Opinion Box mostra que a proporção de consumidores móveis – ou seja, usuários de internet que já fizeram compras através de dispositivos móveis – evoluiu de 85% para 91% em 2020. Ainda, 76% dos consumidores realizam compras de produtos ou serviços com mais frequência pelo smartphone.

5) Métodos de pagamento


Ampliar as ofertas de meios de pagamento é fundamental para alcançar diferentes perfis de consumidores, que possuem preferências e necessidades distintas. Isso inclui não apenas estender suas opções de pagamento para os métodos mais convencionais – como cartão de crédito, débito e boleto – mas também incluir alternativas como carteiras digitais, transferência bancária, dinheiro e, é claro, o Pix, método de pagamento instantâneo que já está disponível para o e-commerce. Para ter uma ideia, o boleto bancário foi o segundo método de pagamento mais popular usado para compras mobile em 2020 – 21% das compras no m-commerce (compras por dispositivos móveis) –, de acordo com o Mobile Time e Opinion Box.

 

Fonte: Varejo S.A.

 

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